Minha experiência com o Gambiarra
Tenho me disposto a dialogar, desde sempre. Como um estrangeiro, nas ruas de Curitiba, capturando meus queridos performers do “Projeto Gambiarra”, nessa coletiv-ação, tenho aprendido. Da formação de pesquisador, trago o “olhar do outro”, da formação de psicólogo, trago alguma sensibilidade [não muita!], de minha alma nômade, trago o interesse pelo eterno devir-aprendizado-diálogo. Nessa “função” de não-apenas-capturar, tenho me sentido capturado também. É todo um mundo novo para mim, estrangeiro que sempre fui, estrangeiro que me torno a cada dia, mas também como parte deste coletivo, que tem sido extremamente generoso comigo e tem me proporcionado ótimos momentos. A cada dia de ensaio sou outro. A cada conversa depois de nossas (!) ações tranformo-me. Isso me move.
Falta uma semana para a estreia. Ansiedade? Claro. Mas sem sofrimento não há movimento, pelo menos para mim.
Onde estão as fotos? Gostaria de ver as imagens antes de postar qq coisa! Valeu!